Devaneio



Quando ela desfila
exalando poesia
a mente se destila
e confunde sentimentos

Se afoga em uma mar abstrato
enrola-se entre laços e trapos
que mesmo invisíveis
impedem de caminhar

Olhos sangrando
A caneta chorando palavras no papel
A visão turva apenas acompanha os borrões que vê

Não enxerga os versos
Mas os sentimentos concretos consegue sentir
E ao final de tudo, rasgo a folha, amassa, e apenas sorri.

7 Comentários:

Claudio Chamun disse...

A caneta chorando palavras no papel foi uma ótima sacada.

E o importante é continuar sorrindo.

Ricardo- águialivre disse...

Retribuindo a visita deixo uma palavra: BRILHANTE

Abraço

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Brendo disse...

Obrigado !
Tornei-me seguidor do teu blog também.

Zilani Célia disse...

OI BRENDO!
LINDO DEMAIS.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/

Claudio Chamun disse...

Coisas novas no Histórias, estórias e outras polêmicas

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