leave me alone

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As palavras podem ser fofas
mas também podem doer
Guardamos frases que machucam
as vezes sem querer fazemos-as nascer
com uma ciência pobre
há gente insalubre
que em outras vidas
insiste em se intrometer
Já sei ler meus pensamentos,
escrever o meu viver
controlar meus sentimentos
não preciso de você
Consciência nômade
conselheiro voluntário ambulante
não preciso de você
só me deixe sobreviver, SÓ

SUA CARA

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te vi na TV
não era você 
mas o q vou fazer? 
só quero te ver 

te vejo de noite 
te vejo de manhã 
no rosto da mãe, primas e irmã 

mais tarde cachaça 
conhecidos e parças 
mas quando isso passa 
volta a desgraça

volto a estar assim 
pensando no teu sorrir 
bem aqui de frente pra mim 
querendo companhia 
no quarto cozinha 
banheiro ou na sala 
mas me encontro aqui na vala
 só lembrando da sua cara

Poesia Suicida

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O que me matou não foi
a bala
foram as palavras que me abalaram

o que me matou foi a palavra

o que me abalou foi quando 
falaram que meu amigos eram falsos
mas só me percebiam nos momentos de embaraços 
nunca presenciaram os abraços 
nem os laços que nós criamos

o que me matou
não foi meu coração mendigo
que sempre buscava abrigo
nos braços de outra pessoa
 o que me matou foram
as palavras de uma pessoa
que acha que quando fala
a voz ecoa
e todos devem ouvir

o que me matou não foram as vozes
na minha cabeça
porque elas eu suportava

o que me matou, foi a palavra


POESIA DE BOTECO #00

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Pisa em mim!
mas pisa com PO E SIAS
Não só hoje, 
quero TODOS os dias
quero o eter que altera
acelera
que não espera o tempo acabar
tem que ser aqui
AGORA!
Pisa!
pisa e implora
a dança simplória
de dois corpos
que desejam se acariciar
tem que tentar
tente carinho
tente malícias
tente nostalgias
mas não vá esquecer
de me pisar com poesias !
 

Brendo Vieira © 2010

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