Poesia Suicida

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O que me matou não foi
a bala
foram as palavras que me abalaram

o que me matou foi a palavra

o que me abalou foi quando 
falaram que meu amigos eram falsos
mas só me percebiam nos momentos de embaraços 
nunca presenciaram os abraços 
nem os laços que nós criamos

o que me matou
não foi meu coração mendigo
que sempre buscava abrigo
nos braços de outra pessoa
 o que me matou foram
as palavras de uma pessoa
que acha que quando fala
a voz ecoa
e todos devem ouvir

o que me matou não foram as vozes
na minha cabeça
porque elas eu suportava

o que me matou, foi a palavra


POESIA DE BOTECO #00

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Pisa em mim!
mas pisa com PO E SIAS
Não só hoje, 
quero TODOS os dias
quero o eter que altera
acelera
que não espera o tempo acabar
tem que ser aqui
AGORA!
Pisa!
pisa e implora
a dança simplória
de dois corpos
que desejam se acariciar
tem que tentar
tente carinho
tente malícias
tente nostalgias
mas não vá esquecer
de me pisar com poesias !

violações

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Quanto te vi
já te escolhi
vai ser tú mesmo!
te por a esmo
numa dança que era pra ser singular
mas tá sem sal
sem amor
sem valor
sem emoção
já eu sem calção
sem precaução
me sentindo moleque
poderoso no parque de diversão
tu rejeitando
me arranhando
se entregando
sem escolha
sem amor
sem valor
perdendo o chão
fiz o serviço
gozei dentro
SIM, COMO GRANADA!!
Se não explodir, BELEZA!
se explodir...
se fode aí
FIZ SEU DIREITO DE ESCOLHA SER VIOLADO.

Processo criativo

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Não sei no que me meti mas me sinto confortável estar aqui nesse estado, desse jeito achando que faço parte de um lote que veio com defeito. Te falo com certeza amo estar nessa situação que me abraça e me deixa deitado acomodado corpo em flutuação
 

Brendo Vieira © 2010

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